A respiração torna-se mais leve, e o olhar elucida-se. Vê tudo, observa e acima de tudo, sente tudo com mais intensidade. Porque infelizmente tem um fim. São dias de demasiado descanso, por vezes aborrecido, mas nunca desnecessário.
Lembro-me de todos os dias acordar "às tantas", e saber que dali a pouco tempo ja ia estar a mergulhar na água salgada, envolta de risos mas acima de tudo de muitas gargalhadas.
Tudo começava com a boleia, naquele "quem leva, quem não leva", havia sempre a mesma pick-up de sempre (a boleia da Rodri). Eram momentos animados, com a rádio cidade (sim uma vergonha, mas enfim) sempre sintonizada. E com o passar dos dias fomos criando os nossos hinos ao Verão :Rise Up Sound of Fredom etc.
Chegadas à praia era o momento de contactar com o resto dos amigos, e saber onde apravam. Arranjavamos o nosso cantinho e tentavamos espetar o pau do guarda sol no chão, sem muito sucesso, por isso aguradavamos a chegada da força dos homens que saberiam como fazer. A areia queimava os pés, mas numa corrida rápida até a água, ignoravamos esse desconforto. Mergulhavamos finalmente.
Passavamos a tarde naquilo, e quando queriamos comer tiravamos as sandes das malas, feitas à pressa com a pasta de atum que tinhamos comprado a meias no Jumber. Mais para a tarde, a fome ja dava sinais outra vez, então era hora de fazer uma visita ao quiosque/bar mais proximo.
O sol já se punha quando regressavamos a casa, ou de auticarro, de barco ou com a boleia da Rodri.
De noite era tempo de ir mais uma vez ao cinema, a um opurtuno concerto ou de simplesmete regressar à praia.
Era o Verão, aquele que preenche e que colora a nossa vida, de uma forma tão quente que parece irreal.
:)
Lembro-me de todos os dias acordar "às tantas", e saber que dali a pouco tempo ja ia estar a mergulhar na água salgada, envolta de risos mas acima de tudo de muitas gargalhadas.
Tudo começava com a boleia, naquele "quem leva, quem não leva", havia sempre a mesma pick-up de sempre (a boleia da Rodri). Eram momentos animados, com a rádio cidade (sim uma vergonha, mas enfim) sempre sintonizada. E com o passar dos dias fomos criando os nossos hinos ao Verão :Rise Up Sound of Fredom etc.
Chegadas à praia era o momento de contactar com o resto dos amigos, e saber onde apravam. Arranjavamos o nosso cantinho e tentavamos espetar o pau do guarda sol no chão, sem muito sucesso, por isso aguradavamos a chegada da força dos homens que saberiam como fazer. A areia queimava os pés, mas numa corrida rápida até a água, ignoravamos esse desconforto. Mergulhavamos finalmente.
Passavamos a tarde naquilo, e quando queriamos comer tiravamos as sandes das malas, feitas à pressa com a pasta de atum que tinhamos comprado a meias no Jumber. Mais para a tarde, a fome ja dava sinais outra vez, então era hora de fazer uma visita ao quiosque/bar mais proximo.
O sol já se punha quando regressavamos a casa, ou de auticarro, de barco ou com a boleia da Rodri.
De noite era tempo de ir mais uma vez ao cinema, a um opurtuno concerto ou de simplesmete regressar à praia.
Era o Verão, aquele que preenche e que colora a nossa vida, de uma forma tão quente que parece irreal.
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